segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Moça Gelada na Travessa: Sobremesa Perfeita

Que delícia! Vem ver como fazer a receita de Moça Gelada na Travessa: uma sobremesa deliciosa e super refrescante.

Essa é o tipo de sobremesa fácil de fazer e que rende muito, sendo perfeita para fazer em ocasiões como o almoço de domingo em família e até mesmo no Natal.

Vale destacar que a aparência desse doce fica incrível, deixando qualquer um com água na boca. Veja como fazer a sobremesa Moça Gelada:

Receita de Moça Gelada na Travessa

Ingredientes

  • 1 caixa de leite condensado (395g)
  • 1 caixinha de creme de leite (200g)
  • 1/2 xícara de leite em pó
  • 200g de chantilly líquido bem gelado
  • 1 pacotinho de granulado de chocolate (140g)
  • 1 barra de chocolate ao leite (90g)

Modo de Preparar

  1. Em uma panela, coloque o leite condensado e o creme de leite, leve ao fogo baixo e mexa até ferver e engrossar. Desligue o fogo, adicione o leite em pó e misture bem. Deixe esfriar.
  2. Em uma batedeira, coloque o e chantilly líquido gelado e bata bem até dobrar de volume e ficar em ponto de chantilly.
  3. Adicione o brigadeiro de leite ninho (já frio) na batedeira junto do chantilly e bata até misturar bem, por último adicione o granulado de chocolate e misture.
  4. Coloque o creme em um recipiente de vidro, e decore com a barra de chocolate (pode ser picada, ralada ou em quadradinhos), cubra com plástico filme ou coloque uma tampa.
  5. Leve à geladeira por 4 horas e sirva.

Serve 12 a 15 porções.

Uma deliciosa sobremesa super prática e fácil de fazer. Vou deixar aqui embaixo uma outra opção de preparo, ensinada em vídeo pela Isamara (a fotinha lá em cima é dela também):

Sobremesa Gelada Fácil e Deliciosa

Não dá pra negar que sobremesas geladas e saborosas são a melhor pedida especialmente para os dias mais quentes. Delicias como o pavê ou sorvete caseiro são ótimas opções e agora você tem mais essa opção: a sobremesa Moça Gelada para fazer na travessa.

Uma opção perfeita de sobremesa de Natal, o que acha?

Acredite: se você fizer uma vez, vai querer repetir outras vezes mesmo porque todos vão pedir para você fazer. Faça aí na sua casa e comprove (e prepare-se para os elogios).

Fonte : receitamaneira.com.br

Dona Carmem Virgínia ajuda a projetar cozinha de terreiro - 06/11/2023 - Comida

Os olhos de quem entra no restaurante Altar, aberto em maio deste ano na Vila Madalena, em São Paulo, logo se enchem de cor. Ali, prateleiras e nichos fazem homenagem ao candomblé ora em representações sincréticas, como a de Cosme e Damião, ora com figuras negras que retratam divindades como Xangô e Iemanjá.

Antes da chef da casa, Dona Carmem Virgínia, 47, abrir seu primeiro endereço em 2014, em Recife, pouco se sabia da cozinha de terreiro no circuito gastronômico do país. Saída do bairro de Santo Amaro, na capital pernambucana, ela conquistou o Brasil com sua comida de axé.

“Refiz minha trajetória. Hoje sou uma mulher próspera, que pode ganhar dinheiro e enriquecer a mim e aos meus servindo”, afirma a cozinheira, que, no endereço de São Paulo, tem sociedade com a cantora Luísa Sonza e a empresária Fátima Pissara.

Assim como em Recife, a filial paulistana se apresenta como um espaço de devoção, mas também exibe em suas paredes elementos da cultura popular pernambucana, como o maracatu e o frevo.

Não à toa, Dona Carmem, além de ser cozinheira formada pelo Senac, é também iabassê —como se chama a responsável pela cozinha nos rituais do candomblé.

Também esteve à frente do programa Uma Senhora Panela, série de dez episódios na GNT em que recebeu nomes como Criolo, Luísa Sonza e Lia de Itamaracá para um bate-papo enquanto preparava suas receitas. Uma segunda temporada da produção deve ser exibida em 2024.

Enquanto crescia, Dona Carmem teve como referência sua avó Edna Amara Mota dos Santos, que criou 9 filhos e 14 netos e era conhecida pela perseverância na comunidade em que moravam.

“Ela quis que eu me chamasse Carmem Virgínia porque queria que a neta tivesse o nome de uma pessoa predestinada”, diz a chef, que herdou o nome de uma líder religiosa conhecida da família, Carmem, e da entidade que ela encarnava, Virgínia.

Dona Edna era uma mulher branca que perdeu seu marido, um homem negro, muito cedo. Ela, então, assumiu os cuidados da casa e dos filhos.

“Quando falo sobre a forma como eu fui criada, das palavras que minha avó dizia, automaticamente as pessoas imaginam que era uma senhora preta”, diz.

A avó, que morreu há quatro anos, é sempre lembrada como uma referência na vida de Dona Carmem. No restaurante, na entrada da cozinha, uma homenagem se faz à Edna com uma foto das duas acompanhada da receita de galinha de cabidela da matriarca —que tem uma versão adaptada no Altar.

A chef lembra com orgulho e sorriso no rosto de sua infância. Isso porque, na escola, além de ser uma aluna admirada pelos professores, ainda escrevia cartinhas de amor para as colegas enviarem aos pretendentes com sua caligrafia impecável. O pequeno negócio até te rendia uma graninha.

“Era uma daquelas pessoas que escrevia tudo o que via. Tinha muitos cadernos, papéis de carta”, diz Dona Carmem. Por isso, a chef até cogitou ser jornalista. Mas no meio do caminho, o candomblé apontava um outro rumo para ela: o da cozinha.

Frequentadora de um terreiro desde criança, com o tempo, ela foi subindo na hierarquia religiosa. Aos 23 anos, quando se tornou iabassê, Dona Carmem recebeu o primeiro reconhecimento de suas habilidades.”

Todo mundo ficava impressionado dentro do terreiro. Aí, começaram a dizer ‘por que você não abre um restaurante? Vende essa comida maravilhosa!’”, diz a chef que é filha de Xangô, orixá que representa a justiça na religião.

Logo, o sucesso de sua comida ultrapassou os limites daquele espaço religioso e as pessoas passaram a procurá-la. Dona Carmem, que já havia trabalhado vendendo planos de saúde e acarajé de porta em porta, resolveu se profissionalizar e cursar gastronomia no Senac de Recife.

Sem abandonar suas raízes, a chef foi responsável por implementar estudos sobre a cozinha de orixás na grade de cozinha brasileira de seu curso. “Só com uma educação cultural afro-brasileira vamos derrubar o racismo e a intolerância religiosa”, afirma.

Precursora no tema, ela encontrou obstáculos em seu caminho. “Colecionei alguns desafetos, deixei de ser convidada para eventos porque sempre fiz recorte racial e sempre vou fazer”, diz Carmem.

A cozinheira, então, ergueu seu restaurante em 2014 com R$ 15 mil e muita ajuda de amigos e incentivadores —entre eles, fornecedores que vendiam a prazo ingredientes como feijão-verde. “Eu estava deixando um casamento de 18 anos muito machucada, com muitas marcas”, afirma.

Durante a pandemia, a chef se aventurou nas redes sociais para ensinar pratos saudáveis e simples para o seu público. A mídia espontânea foi a responsável por levantar fundos e impedir a falência do Altar Cozinha Ancestral, mais um prejudicado com as restrições impostas pela Covid-19.

Recuperado o susto, ela também se valeu das relações de proximidade para dar um próximo passo: abrir a segunda unidade de seu restaurante na capital paulista e criar um novo vínculo com a cidade.

“Sinto que botaram em São Paulo um estigma de que aqui as pessoas são frias. Não é nada disso. Aqui as pessoas têm o coração grande e abriram os braços para mim”, diz ela. Hoje, ela serve, entre as receitas, muitas que fazem referência a oferendas de orixás do candomblé.

Uma delas é o eparrei, saudação para Iansã que dá nome a uma das entradas com cinco acarajés, vatapá, camarões e molho lambão (R$ 55). Os bolinhos de feijão-fradinho fritos em azeite de dendê são também associados à divindade dos ventos, raios e tempestades.

Outra opção para beliscar é Ogunhê, um quarteto de bolinhos de feijoada com aïoli de bacon e vinagrete de laranja com couve (R$ 48). A feijoada é comumente associada ao orixá guerreiro Ogum, relacionado a metais e à tecnologia.

Mas Dona Carmem tem ainda muitos planos. O principal deles é abrir uma portinha onde possa vender só acarajés ao lado do marido, Vevé. “É o amor da minha vida, um amigo de uma vida toda.”


Altar Cozinha Ancestral

R. Medeiros de Albuquerque, 270, Vila Madalena, região oeste, São Paulo @restaurantealtarsp

R. Frei Cassimiro, 449, Santo Amaro, região central de Recife, Pernambuco @altarcozinhaancestral



Fonte : folha.uol.com.br

Massa de Pizza de Liquidificador (Fácil e Rápida)

É isso mesmo! Você vai aprender como fazer uma receita de massa de pizza caseira simples e fácil no liquidificador.

O sabor fica realmente incrível e dá super certo. Perfeita para preparar sua pizza caseira como quiser, com uma massa preparada por você mesma ao invés daquela comprada no supermercado.

Veja como é bem fácil de preparar:

Receita de Massa de Pizza Simples

Ingredientes

  • 1 xícara de leite
  • 1 ovo
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de Preparo

  1. Bata todos os ingredientes no liquidificador até borbulhar. Despeje a massa numa assadeira para pizza untada
  2. Asse em forno médio pré-aquecido por aproximadamente 20 minutos
  3. Retire do forno e coloque a cobertura de sua preferência e leve novamente para o forno e deixe por mais 30 minutos

Só isso! Você vai ver que a massa fica perfeita para montar sua pizza. O sabor dela é incrível e ela fica bem crocante.

Vou deixar aqui embaixo um outro jeitinho de preparar:

Pizza feita com massa caseira!

É realmente bem fácil montar uma pizza deliciosa em casa, basta começar comprando os ingredientes e a massa no supermercado. A maioria delas são ótimas, é verdade.

Mas a ideia aqui é variar um pouco de preparar uma massa com um sabor mais caseiro. Sim, faz muita diferença e você pode comprovar ao preparar essa delícia.

Quanto ao recheio, fica a seu critério escolher como montar. Por aqui não pode faltar muçarela, tomate, bacon e algum ingrediente “especial” como uma carne, frango desfiado ou mesmo o brócolis. Dá pra usar a criatividade e inovar bastante.

Bom, espero que você tenha gostado de aprender mais essa gostosura. Comenta aqui embaixo o que você achou.

Fonte : receitamaneira.com.br

SP recebe Burger Fest, Food Film Fest e Sparkling Festival - 06/11/2023 - Restaurantes

A capital paulista tem uma programação cultural agitada no mês de novembro, com shows internacionais, feiras, mostras e exposições. O mesmo acontece no setor gastronômico, repleto de eventos para quem gosta de comer.

Entre eles, estão uma mostra de cinema com filmes sobre gastronomia, seguida com degustações grátis, um festival dedicado aos hambúrgueres e uma feira de espumantes. Conheça opções a seguir.

2º SP Food Film Fest

Dos dias 9 a 19 de novembro, a mostra de cinema exibe cerca de 30 produções ligadas à alimentação de graça. Na seleção estão filmes como “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”, de Pedro Almodóvar, e “Os Catadores e Eu”, de Agnès Varda, e a estreia do documentário “Blind Ambition”, sobre refugiados que se tornam sommeliers. Parte das sessões são seguidas por degustações grátis de pratos relacionadas ao título: quem assistir à animação “A Dama e o Vagabundo” poderá comer um prato de macarronada, como o que aparece na história.

Cinemateca Brasileira – lgo. Senador Raul Cardoso, 207, Vila Mariana, região sul, spfoodfilmfest.art.br. De a 9 a 19/11. Grátis


Burger Fest

Durante todo o mês de novembro, o festival dedicado aos hambúrgueres reúne restaurantes que criam receitas exclusivas para o evento. Entre elas, a Z Deli, eleita a melhor hamburgueria de São Paulo em especial da Folha, preparou uma sugestão que leva burger, queijo prato, cogumelo porto belo e maionese com funghi e trufas no pão brioche (R$ 54). Já o Holy Burger serve um lanche com 180 g de carne, maionese de gergelim torrado, alface romana, jeyuk bokkeum (panceta de porco apimentada) e kimchi de nirá no brioche (R$ 72 com batatas fritas).

Endereços em burgerfest.com.br. Até 30/11


Cais

O restaurante de peixes e frutos do mar celebra quatro anos em jantares harmonizados com vinhos, nas noites dos dias 8 e 9, em parceria com a importadora Uva Vinhos. A casa, em um sobrado na Vila Madalena, tem no comando os chefs Adriano de Laurentiis e Guilherme Giraldi. O menu especial para a data tem sete tempos e estreia alguns pratos, a exemplo do camarão rosa à provençal e da cavaca na brasa com molho bernaise,, harmonizados com champanhe Rosé de Saignée Sève Brut Nature 2015.

R. Fidalga, 314, Vila Madalena, região oeste, @restaurantecais. Qua. (8) e qui. (9), a partir das 19h. R$ 975 por pessoa. Reservas pelo WhatsApp (11) 3819-6282


Semana Internacional do Jerez

Comemorada mundialmente, a data reúne bares que preparam drinques nos quais a estrela é o jerez, vinho fortificado típico da região sul da Espanha. O evento, que chega à décima edição, ocorre desta segunda (6) até domingo (12). Para celebrar, endereços promovem também encontros entre bartenders. O restaurante Imakay, por exemplo, vai dividir o balcão do bar com Alisson Oliveira (Caledônia, eleito melhor bar da cidade pela Folha) e Alê Salerno (Boca de Ouro) na segunda, 6, a partir das 19h.

Vários endereços. De 6 a 12/11


Sparkling Festival

Os espumantes e vinhos de verão são a estrela do evento, que ocorre nos dias 11 e 12 no parque Burle Marx. Cerca de 200 rótulos podem ser degustados pelo público. Na lista de participantes estão vinícolas como Zanotto, Audace, Ponto Nero e Tenuta. Há ainda barracas de comidas e feira de produtos artesanais. Os ingressos dão direito a uma sessão de degustação com duração de três horas de duração e brindes.

Parque Burle Marx – av. Dona Helena Pereira de Moraes, 200, Vila Andrade, região sul. Sáb. (11) e dom. (12), das 11h30 às 18h30. De R$ 99 a R$ 150, em ingresse.com





Fonte : folha.uol.com.br

domingo, 5 de novembro de 2023

CURSOS DE CULINÁRIA: Como escolher o melhor

Antes de considerar começar um curso de culinária, existem alguns pontos que devem ser considerados. Aliás, qualquer oferta formativa carece de análise prévia, para garantir uma nota final de excelência.

Antes de mergulhar no mundo da culinária, é essencial ponderar quanto cobrar para fazer um TCC. Efetivamente, qualquer empreendimento educativo requer uma análise minuciosa, a chave para alcançar a excelência na avaliação final. Ainda que estejamos a considerar a compra de uma monografia ou de um TCC, é imperativo que não deixemos de refletir sobre o valor que atribuímos a nossa competência e tempo.

É, mais ou menos expectável, que o hábito de cozinhar seja uma necessidade básica para a maioria das pessoas. No entanto, algumas pessoas procuram, mais do que um hábito, uma arte culinária, o saber fazer na cozinha e práticas secretas que transformam os alimentos.

Poderá não haver receita certa para o amor, mas uma receita perfeita para a maçã do amor existe e pode deixar um cheirinho de magia na sua cozinha, com segredos da querida avó.

A área de atuação

Este será, talvez, o primeiro ponto a considerar, quando se pensa em fazer um curso de culinária. A pergunta é simples: «em que área gastronómica quero me especializar?», já a resposta pode não ser tão simples assim.

Entre aprender a fazer bolos ou como preparar um bolinho de macaxeira, pode implicar cursos de culinária totalmente diferentes.

Pode escolher entre um curso super especializado, que ensina a produção artesanal de pão, por exemplo, ou considerar um curso de culinária mais abrangente, que passe por petiscos, sopas, carne, peixe e sobremesa.

Da mesma forma, pode querer um curso que permita crescer na gastronomia, com técnicas e receitas, dignas de um verdadeiro chef de cozinha. Ou escolher um curso mais simples, para algumas dicas de cozinha do dia a dia.

Como vê, a área de atuação do curso é super importante e deve ser a primeira questão a se fazer.

Receitas de bolos no pote para fazer e vender

Estudar, sempre

Se pretende se especializar como chef de cozinha ou chef pasteleiro, é preciso ter aptidão para um estudo em permanência. Tal como em outras áreas, a gastronomia evolui, a cozinha se transforma, as técnicas culinárias mudam.

Um bom profissional deve estar atento a todas estas tendências e não pode ficar para trás. Claro que cada prato ou receita terá uma assinatura própria, mas a capacidade de aprender novas técnicas e de seguir estudando sobre as novidades culinárias, vai permitir cruzar o saber com o fazer.

Claro que esse estudo deve ser encarado com ligeireza, sem o estresse que estudar e trabalhar pode ocasionar. É perfeitamente possível conciliar os diferentes papéis, mesmo quando já trabalha na área e quer continuar se especializando.

Por onde começar?

As regras básicas da cozinha devem ser o primeiro manual de instruções. Existem uma série de regras a serem seguidas em uma cozinha, como limpar a estação de cozinha, provar antes de servir, seguir a receita, rotular os ingredientes, manter a estação organizada.

Enfim, um conjunto de boas práticas que qualquer futuro cozinheiro ou chef de cozinha deve saber.

Ainda antes de aprender o que quer que seja é necessário ter um ponto em mente: manter a cozinha limpa e organizada. Não vale dizer que funciona no caos e que a desorganização o faz trabalhar mais rápido. Uma cozinha pouco asseada é o princípio do fim. Mais ainda quando está cozinhando para outras pessoas.

Um bom curso de culinária passará pelas técnicas de preparo e pela apresentação do prato, um conteúdo de início e outro de final, ambos importantes para um prato perfeito.

Dicas para medir os ingredientes das receitas

Da teoria à prática

Agora que está com algumas noções do quão envolvente e exigente pode ser um curso de culinária, dos pontos a considerar, do estudo e do trabalho, das regras básicas e do prato perfeito, passamos para a escolha do curso, em função da área de atuação pretendida.

  1. Pesquisar cursos de culinária na área de interesse;
  2. Conhecer o plano de estudo, os professores, os conteúdos;
  3. Saber o preço da oferta formativa
  4. Conhecer os prazos de candidatura, se aplicável
  5. Submeter a candidatura ou se inscrever no curso
  6. Começar o curso

Em seis etapas, você está pronto para iniciar um ponto de viragem, com um curso de culinária na sua área de interesse e com a possibilidade de conseguir um emprego fácil. As profissões associadas à gastronomia tem uma alta taxa de empregabilidade e são muitos os casos de sucesso na gastronomia.

Iniciante ou profissional

No momento de escolher um curso, seu conhecimento na cozinha deve ser levado em consideração. Não pode logo ir escolhendo um curso de chef de cozinha, quando não sabe o básico ainda.

Existem cursos para iniciantes, cursos de iniciação na cozinha ou cursos intensivos para profissionais. O ótimo de um curso de cozinha é a variedade e a quantidade de diferentes cursos e opções que o formando tem à sua disposição. De um curso online e um curso presencial, de uma iniciação básica grátis e um curso de chef, do sushi ao pão, do peixe ao chocolate.

São quase tantas as possibilidades como os ingredientes. O importante aqui é achar a receita perfeita.

Fonte : receitamaneira.com.br

Mudança climática altera produção de vinhos na Argentina - 05/11/2023 - Ambiente

Em frente a uma fileira sem fim de oliveiras, Gabriel Guardia, 50, lembra a imagem dos campos cobertos de neve. “Quando eu era menino, era impossível plantar em algumas áreas”, conta o enólogo, que hoje trocou o cobertor que usava naquela época pelo ar-condicionado na hora de dormir.

Gabriel cresceu em Mendoza, capital do vinho e do azeite argentinos, que, assim como ele, tem sentido as mudanças climáticas na pele. Situada sobre um deserto aos pés da Cordilheira dos Andes, a cidade já convive há tantos anos com a falta de água que nem chama mais sua situação de seca.

“Entendemos que estamos numa condição de estresse hídrico, porque já são 12 anos assim”, diz Sebastián Melchor, coordenador da Agência de Mudança Climática da província. A alta das temperaturas tem reduzido a neve que deveria cair no alto das montanhas no inverno e derreter na primavera e no verão.

A região depende desse degelo para encher os rios, inundar os reservatórios, abastecer a população e irrigar as plantações, também castigadas por eventos extremos cada vez mais longos, intensos ou frequentes. Por isso, algumas das melhores vinícolas e olivícolas do mundo têm precisado se adaptar.

Passaram a adiantar colheitas, plantar em áreas cada vez mais altas em busca de climas mais frescos e diversificar os tipos de uva para preservar a qualidade das bebidas. Ampliaram ainda o sistema de irrigação por gotejadores e a impermeabilização de canais a fim de evitar a perda de água —afinal, cada taça de vinho consome 120 litros do recurso.

“Toda a fenologia [o ciclo da planta] se adiantou em 15 dias, eu diria, nos últimos 30 anos. Eu terminava de colher em maio, agora em 15 de abril já acabou”, afirma Alejandro Vigil, enólogo-celebridade da Catena Zapata, eleita a melhor vinícola do mundo em julho e repleta de brasileiros nas visitas agendadas.

Sua imponente sede em forma de pirâmide maia está localizada em Luján de Cuyo, região mendocina que fica a 950 metros acima do nível do mar. Mas os melhores vinhos não saem dali e, sim, de uma área 70 km ao sul e a 1.500 metros de altura, onde a vista da cordilheira fica cada vez mais próxima. É o Vale do Uco.

“No início da década de 1990, me disseram: tem um louco que vai plantar lá em cima, a uva não vai amadurecer. Hoje são mais de 3.000 hectares cultivados ali, 80% da produção”, estima Vigil, ponderando que a produção argentina ainda não sofre tanto quanto a europeia, com verões infernais, incêndios florestais e enchentes bíblicas.

“A temperatura nessa área antigamente era superextrema, muito fria, agora não é tanto”, diz o também enólogo Gonzalo Carrasco na centenária Rutini, uma das primeiras a plantar no local. Ele conta que a mudança de altura também atendeu a uma demanda recente do mercado por vinhos mais frescos e ácidos, não tão fortes.

Com a redução da neve, a região, porém, está chegando ao seu limite. A vinícola teve que aprofundar seus três poços nos últimos anos em busca de água. Para isso, é preciso passar por um rígido controle do governo provincial, que também é quem concede e cobra o “direito de rega” aos produtores de acordo com o tamanho das plantações.

Gabriel, gerente da olivícola Laur do início deste texto, saca o celular do bolso e mostra a mensagem que recebe semanalmente no WhatsApp. “Comprovante de turno: de segunda às 10h30 até quinta às 7h30”. Como é terça-feira, a água está correndo pelas valas abertas que vêm pela rua, beirando a calçada, até entrar nas oliveiras.

Mendoza tem um longo sistema de canais que se espalham por toda a cidade, técnica pré-hispânica. Sempre que o prazo determinado para cada propriedade acaba, é preciso ir até a entrada da propriedade e fechar uma comporta manual, para que a água continue descendo pela vala comum até a próxima fazenda.

Nesse caminho, porém, muita água se perde absorvida pela terra, por isso o governo e as vinícolas têm priorizado a impermeabilização desses canais com concreto. “Outra mudança é a irrigação por gotejamento, muito mais eficiente”, diz Sebastián Zuccardi, enólogo da famosa vinícola que leva seu sobrenome.

Antes se usava a rega por superfície, ou seja,o solo todo era coberto com a água, que se infiltrava. Agora, os novos campos têm mangueiras automatizadas que pingam constantemente sobre as raízes das videiras. “Isso não necessariamente economiza água, mas a usa de forma mais racional”, lembra Vigil, da Catena Zapata.

Outro grande desafio tem sido as geadas mais frequentes e fora de época, que podem chegar a 7°C negativos. Quando consegue prever esses eventos, a maioria das vinícolas ainda faz fileiras enormes de fogueiras em volta das parreiras para evitar que as uvas ou brotos congelem, o que pode ser muito poluente.

A vinícola Bodeguer encontrou uma alternativa usando a técnica dos iglus. Colocam uma malha sobre a planta, feita de material de colete balístico, e gotejam água sobre ela. “Quando essa água congela, faz uma camada que preserva o calor das videiras”, explica Milagros Vargas, responsável pelo turismo, ponderando que o sistema é muito caro.

“Estamos voltando aos nossos antepassados”, diz Veronica Riccitelli, sócia da marca homônima, mais jovem e artesanal, que também tem buscado adaptações. “Aqui nós deixamos de ver a vinícola como monocultura e passamos a vê-la como biodiversidade, plantando outras coisas junto e descobrindo quais uvas se dão melhor em cada lugar. Se não entendermos a natureza como um todo, a coisa vai complicar.”

Nos últimos meses, com o início do fenômeno El Niño, a natureza deu uma trégua a Mendoza, aumentando um pouco a neve nas cordilheiras e garantindo a água do próximo verão. Mas ainda não é suficiente para recuperar todos anos de estresse hídrico, afirma Melchor, responsável do governo. “Temos que trabalhar sabendo que a seca e os eventos extremos agora serão uma constante.”



Fonte : folha.uol.com.br

GELATINA COLORIDA FÁCIL (com Creme de Leite)

Sabe aquela gelatina colorida com creme de leite, com gelatinas picadas de várias cores e sabores? Você vai aprender a fazer agora!

Uma sobremesa fácil de fazer, linda e deliciosa! Esse é aquele doce que chama a atenção pela sua aparência linda e as crianças adoram (claro que os adultos também)!

Receitinha perfeita para fazer em diversas ocasiões, do almoço de domingo em família até mesmo no Natal! Veja como fazer a receita de gelatina colorida com creme de leite e leite condensado!

Receita de Gelatina colorida

Ingredientes

  • 3 gelatinas de cores diferentes
  • 1 gelatina incolor
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite sem soro

Modo de Preparo

  1. Preparar as gelatinas e colocar na geladeira.
  2. Quando estiverem prontas, corte-as em quadradinhos e coloque-as na travessa, reserve.
  3. Bata o creme de leite e o leite condensado no liquidificador.
  4. Coloque a gelatina incolor em uma vasilha pequena, adicione 4 colheres (sopa) de água fria, misture e leve ao micro-ondas por 30 segundos.
  5. Se preferir, leve ao fogo sempre mexendo, com a vasilha inclinada para não pegar no fundo.
  6. Atenção, logo após retirar a gelatina incolor do micro-ondas, coloque no liquidificador com o creme de leite e o leite condensado e bata bem.
  7. Despeje a mistura nos quadradinhos de gelatina reservados.
  8. Leve à geladeira por aproximadamente 1 hora.

Prontinho! Rende mais ou menos 15 porções! Vou deixar aqui embaixo outra maneira de preparar essa delícia, ensinada pela Letícia:

Sobremesa colorida de gelatina picada

Que a gelatina é um dos doces mais simples e fáceis de fazer, isso não é novidade. Mas como você viu, dá pra inovar e fazer preparos diferentes e deliciosos, como a sobremesa fácil que mostramos aqui e também a gelatina rosa, batida no liquidificador (sim, temos a receitinha aqui no site também)!

Receita de gelatina colorida

Essa é uma sobremesa linda e que chama a atenção de todos. É aquele tipo que vai chamar até mais atenção do que um pavê ou um pudim na mesa. E claro que o sabor é incrível, especialmente se for servida geladinha.

Faça aí na sua casa, tenho certeza de que vai ser o maior sucesso!

Fonte : receitamaneira.com.br

Semana do jerez incluí diversos eventos com esse vinho - 05/11/2023 - Tinto ou Branco

Gosto de vinho desde os 17 anos, ainda assim, levei muito tempo para descobrir o jerez. Antes de fazer o curso de sommelier, já tinha ouvido falar, mas achava que jerez fosse sempre um vinho doce. Fui conhecer direito só na época do curso. Aí apaixonei. Amo mais do que sorvete de chocolate. Como eu, existe um grupo de loucos por jerez mundo afora. Um grupo não tão grande, mas também não tão pequeno, de pessoas que muitas vezes trabalham com vinhos ou, pelo menos, entendem bastante do assunto.

Em alguns lugares, como a Inglaterra, essa moda se espalhou um pouco mais. Em Londres, há alguns bares de jerez, como o Pepito, o José ou o Moro. Na maioria dos países, no entanto, o consumo ainda é baixo se comparado com o que foi décadas atrás. Para se fazer conhecer pelo mundo, o Conselho Regulador de Jerez-Xeres-Sherry (os três nomes funcionam) criou a International Sherry Week, uma semana dedicada a eventos em torno do jerez em várias partes do mundo.

Este ano, a Sherry Week acontece de 6 a 12 de novembro e completa dez anos. Eventos criados por bares, restaurantes, importadoras, escolas de vinhos e até por grupos de amigos podem ser marcados no site da Sherry Week. Até o momento, o Brasil tem 40, é um dos países que mais participa. Para acompanhar os eventos, que acontecem no mundo todo, basta acessar o site da Sherry Week (

O jerez é um vinho fortificado espanhol da região da Andaluzia. Mais do que um vinho, ele é uma família de vinhos, com vários tipos e estilos, como o vinho do porto. A diferença é que o porto é sempre doce e o jerez pode ser tanto seco quanto doce. O seco é quase salgado. Combina muito com peixes e frutos do mar.

Daqui uns dias, devo visitar a cidade de Jerez de la Frontera, onde se produz esse vinho. Então, deixo para falar mais sobre origem, método de produção, diferentes estilos e tudo mais para depois da minha viagem. Contudo, não podia deixar passar a Sherry Week sem compartilhar com vocês a programação. Um dos grandes destaques é, sem dúvida, a feirinha de jerez, no sábado, dia 11, no restaurante Oka Caburé, em Pinheiros. É a primeira do estilo no Brasil. Lá você poderá provar todos os estilos de jerez.

Veja a seguir uma lista das atrações.

Durante toda a semana (de 6 a 12 de novembro)

Jiquitaia – O restaurante dos Jardins terá uma carta especial para a semana do jerez, com sete estilos diferentes e, no mínimo, 14 vinhos. Os preços variam de R$ 42,00 (taça de 150 ml de Real Tesoro Fino ou Real Tesoro Oloroso) a R$ 212,00 (taça de 150 ml de Viejo CP Palo Cortado). Opções de taças de 90, 150 e 250 ml. Sugestões de harmonização de petiscos e pratos do Jiquitaia. Carta de coquetéis com drinques com jerez.

Cepa – O restaurante do Tatuapé terá um prato criado especialmente para a semana, o carpaccio de curraleiro de abate tardio e molho supreme (R$ 69,00). Para acompanhar, taças de Sanchez Romate Fino Perdido (R$ 49,00), Barbadillo Oloroso (R$49,00) e Monteagudo Delgado Zuleta Pedro Ximenes (R$ 69,00).

Maní- No restaurante dos Jardins, a taça de 150 ml de Manzanilla La Guita, acompanhada por uma porção de quatro ostras, sai por R$ 135,00.

Tuy Jardins – Na compra de uma taça de Jerez Fino Fernando de Castilla (R$ 42,00), o cliente ganha duas croquetas de jamon.

Enosteria Vino e Cucina – Tanto na casa de Cerqueira César quanto na da Vila Nova Conceição, haverá um menu harmonizado com jerez. Presunto San Daniele, pães variados, chips de abobrinha, escabeche de Berinjela e manteiga, de entrada, com Barbadillo Fino. Panzanella (salada com torradas, pepino, tomate, azeite e vinagre de vinho), como primeiro prato, com Barbadillo Solear Manzanilla. Paleta de cordeiro com polenta cremosa, como segundo, harmonizando com Barbadillo Oloroso. Para a sobremesa, panna cotta com calda de caramelo e Barbadillo Pedro Ximénez. O menu com harmonização completa sai por R$ 249,00.

Wine Bar Mistral – O bar no Shopping Iguatemi oferece um menu de comidinhas harmonizadas com taças de 90 ml de jerez por R$ 179,00. Abre com uma meia tábua de jamón (presunto serrano espanhol e azeitonas) acompanhada do Manzanilla La Gitana. Segue com a polenta mole com ragu de linguiça tipo toscana ao molho de tomates frescos com Hidalgo Oloroso Faraón Seco. Encerra com o mini crème brûlée acompanhado do Cream Hidalgo.

Trinca Bar- O bar do Baixo Pinheiros criou um coquetel especial para a semana do jerez: gin Bamboo, jerez Real Tesoro Fino, gin The Botanist, vermute Dolin Dry, Luxardo Marraschino, bitter de Laranja, fat wash na manteiga de cacau. Sai por R$ 50

Dia 6

Aula online, às 15h, sobre os diferentes tipos de jerez com a sommelière Gabi Frizon, com kits de amostras de oito estilos de jerez enviados para São Paulo e Rio de Janeiro. Custou R$ 89,00, mas está esgotado.

Dia 7

Huevos de Oro – A partir das 19h, tablado andaluz e harmonização de jerez com tapas. Fino e manzanilla (R$ 35,00): crudo de pescados con pickles de rábanos tomates y anchoas, calamares rellenos de verduras, carpaccio de gambas con salsa verde, atún y mayo de mostaza, chips de arroz salvaje. Amontillado e oloroso ($ 45,00): platillo de cecina y rúcula, montadora de jamón y patatitas, prensadito (cantimpalo u emmental). Palo cortado (R$ 45,00): panceta ibérica con mermelada de membrillo, asado de tira, cordero con garbanzos.Os valores não incluem a comida.

Dia 09

Imakay- A partir das 19h, o bartender da casa Kevin Cavalcante recebe o chefe de bar do Caledônia, Alisson, e Alê, do Boca de Ouro. Cada um irá criar um coquetel com jerez como ingrediente principal. O valor dos coquetéis varia de R$ 42,00 a R$ 48,00. Durante toda a semana, coquetéis com jerez estarão na carta.

Dia 11

Oka Caburé – Das 15h30 às 18h, a feira terá a participação das bodegas La Guita, Valdespino , Real Tesoro, Gonzales- Byass, Fernando de Castilla, Sanchez Romate, La Ina, Barbadillo e Hidalgo. O visitante pode provar todos os vinhos expostos na feira. Entrada é livre, mas precisa fazer inscrições no site da Sympla.

Dia 12

Dr. Costela – Encerramento da Sherry Week, das 12:30hs às 17hs. – Encerramento da Sherry Week no Dr. Costela . Apoio Jerez Sanchez Romate com a presença da sommelière Gabi Frizon. O restaurante terá uma parte do salão reservada para o evento. Ali, será montada uma mesa, com vários rótulos, para serviço (venda) em taças de todos os estilos de Jerez. Haverá música flamenca ao vivo. A decoração será feita com bandeirinhas Sanchez Romate. Valor por pessoa para a comida R$ 99, por pessoa. Bebidas, sobremesa e serviço são à parte.



Fonte : folha.uol.com.br

sábado, 4 de novembro de 2023

Farofa de Bacon e Calabresa (Melhor Receita)

Se você ama uma farofa caseira, então vai adorar essa receita de farofa com bacon e calabresa. Fica incrível.

Super saborosa, fácil de preparar e perfeita para servir em qualquer ocasião, do almoço simples até mesmo ao churrasco, acompanhando perfeitamente qualquer tipo de carne.

Realmente deliciosa, bora ver como fazer essa farofa deliciosa passo a passo:

Receita de Farofa com Bacon e Calabresa

ingredientes

  • 1/2 kg de linguiça calabresa bem picadinha
  • 1/2 kg de bacon bem picadinho
  • 1 kg de farinha de mandioca torrada
  • Coentro a gosto
  • 1 tempero do tipo Sazón vermelho
  • 1 Cebola bem picadinha
  • Sal a gosto
  • Pimenta do reino a gosto

MODO DE PREPARO

  1. Em uma panela frite o bacon, a linguiça e a cebola em óleo quente
  2. Frite bem e junte a pimenta do reino e o sazón. Mexa bem
  3. Em uma vasilha à parte, misture a farinha com os ingredientes que fritou antes
  4. Adicione sal e o coentro picadinho a gosto e misture

Só isso! Serve tranquilamente entre 12 a 15 pessoas.

Vou deixar aqui embaixo outra sugestão incrível e super aprovada, ensinada pela Juliana:

Farofa com bacon, calabresa e cebola

Essa pra mim é a combinação perfeita em uma farofa caseira, pois todos esses ingredientes se complementam e intensificam o sabor. Um acompanhamento perfeito para o arroz com feijão, para a feijoada e até mesmo para o churrasco ou almoço de domingo em família.

Vale lembrar também que essa é uma excelente sugestão para prepara na Ceia de Natal. Se desejar você pode incluir uma porção de uvas passas e frutas cristalizadas, tornando essa farofa agridoce, característica bem comum dos pratos natalinos.

Esse tipo de prato acompanha muito bem todos os tipos de carne, especialmente a carne bovina. Eu adoro uma farofinha em qualquer dia e qualquer ocasião e você? Conta pra gente aí nos comentários o que achou dessa receita.

Fonte : receitamaneira.com.br

Campos do Jordão: conheça o restaurante Küche - 03/11/2023 - Comida

Esta é a edição da Menu, a newsletter da Folha com dicas de restaurantes, receitas e o que mais você precisa saber sobre gastronomia. Ela chega antes para assinantes premium. Quer recebê-la todas as sextas no seu email? Inscreva-se abaixo:

Küche significa cozinha em alemão. A mesma palavra batiza o restaurante do Ort Hotel, em Campos do Jordão (SP), que se inspira na culinária da Alemanha para fazer alta gastronomia.

Aberta há três anos, a casa é comandada pelo chef Edmar Mendonça Júnior, 28. “Quem vier para o Küche vai conseguir experimentar um pouco de Europa”, afirma ele, que assumiu o posto em maio de 2023. “Fazemos uma transformação da culinária alemã para a brasileira com os ingredientes que temos disponíveis”.

Há 10 anos no setor, o chef dá dicas do que pedir no restaurante.

Para a entrada, o crostini de queijo brie empanado (R$ 58). Servido em cima de pão artesanal com pinceladas de geleia de frutas vermelhas, o prato de sabor agridoce é suficiente para duas pessoas.

Entre os principais, o robalo em crosta de pistache com mel (R$ 119). Cozido em baixa temperatura por longas horas no vácuo, o peixe vem acompanhado por musseline de cará (um tubérculo), salada de mostarda colhida no hotel e tartar de banana-da-terra.

Plantas da horta do Ort são elementos que se repetem nos pratos. De lá, o chef retira manjerona, coentro, couve, erva-doce e cebolinhas.

O menu oferece também comidas mais típicas, como o Knödel mantiqueira (R$ 79). Versão de nhoque alemão feito com mandioquinha cujo tamanho supera as tradicionais bolinhas, o prato vem recheado com queijo da Serra da Mantiqueira.

Nas sobremesas, parte mais germânica segundo o chef, a floresta negra (R$ 49) se destaca. Doce da Alemanha, a versão de Mendonça reimagina o clássico com sorvete de cereja e dome de chocolate 70%, servido com biscoito de chocolate branco.

Além das tradicionais, o chef encontra espaço para sobremesas autorais, como a melancia osmotizada.

Feita em máquina de vácuo, fatias da fruta são seladas e embebidas em calda de gim com xarope de erva- doce. A troca de líquidos, por osmose, transforma o sabor.

É uma das inovações que Mendonça trouxe ao menu degustação do restaurante (R$ 800, com vinhos) com 11 pratos. O serviço, que dura três horas, inclui pratos criativos que variam em tamanho.

O menor cabe em uma colher. Combina pimenta fermentada, charcutaria bovina, trufa negra e mostarda. Um aceto de framboesa dá um toque azedo bem-vindo. Entre os maiores, está a língua de boi, servida dentro de uma cebola, com espuma de mostarda.

Para o futuro do restaurante, o chef projeta uma estrela Michelin. “Estamos estudando criar um outro restaurante dedicado apenas ao menu degustação, enquanto o Küche continuaria aberto aos visitantes com o menu mais tradicional”.

Para comer no restaurante, não precisa ser hóspede do Ort. Apenas reservar uma mesa.

–>Rua Eng. Gustavo Kaiser, 165. Vila Natal. Campos do Jordão- SP. WhatsApp: (12) 99150-0888. @hotelort

Receita de strudel de maçã

A receita da doceira Karin Arnold, filha de um imigrante alemão, demora mais de uma hora para ficar pronta e rende 30 fatias da sobremesa.

Ingredientes:

-300g de farinha de trigo

-70g de manteiga

-2 ovos

-1/2 copo (americano) de leite

-2kg de maçã

-200g de uva passa

-100g de amêndoas ou castanha-do-pará

-50g de manteiga

-1 colher (sopa) de canela em pó-300g de açúcar

1 ovo

-Suco de um limão

Como fazer:

-Para a massa, junte todos os ingredientes em temperatura ambiente. Trabalhe a massa com as mãos e vá acrescentando a farinha até ficar macia e soltar das mãos. Embrulhe em papel-alumínio e deixe descansar por uma hora.

Para o recheio

– Descasque as maçãs, rale e regue com o suco de limão para não escurecer. Ferva as uvas passas. Descasque e rale as amêndoas. Derreta a manteiga em uma tigela. À parte, junte o açúcar com a canela. Em outra tigela, bata o ovo.

Montagem

– Forre uma mesa com uma toalha branca limpa bem fina, polvilhe bastante farinha e coloque a massa no centro.

-Amassando com as mãos, vá abrindo a massa lentamente, do centro para as bordas, até atingir a espessura de papel de seda e ficar com quase um metro de comprimento.

-Com cuidado, pincele a massa com a manteiga derretida, distribua a maçã, o açúcar com canela, a uva passa e a amêndoa.

-Pegue as duas pontas de baixo da toalha e comece a enrolar para frente com a massa. No final, aperte e feche os lados, como um envelope, para não vazar.

-Pincele com o ovo batido. Unte uma forma retangular (43 cm x 29 cm) com manteiga e, com a ajuda da toalha, coloque a massa na forma em S ou U.

-Tire a toalha e asse em forno preaquecido a 180ºC, por cerca de 40 minutos.

-Na hora de servir, polvilhe açúcar de confeiteiro sobre o bolo com uma peneira. Pode ser consumido quente ou frio, com chantilly ou sorvete de creme.





Fonte : folha.uol.com.br

Arroz Carreteiro Fácil (Completo) - A melhor receita

Maravilhoso! Hoje você vai aprender como fazer a receita do Arroz Carreteiro: um dos pratos típicos brasileiros mais bonitos e mais saborosos.

Aquele cheirinho, aquela aparência de dar água na boca com a carne seca desfiada e tantos outros ingredientes que tornam esse prato colorido e atraente… é impossível resistir a esse prato incrível.

E se você acha que é difícil de preparar, vai se surpreender. Seguindo o passo a passo abaixo, você vai aprender como preparar arroz carreteiro de um jeito simples e fácil:

Receita de Arroz Carreteiro Fácil e Rápido

Ingredientes

  • 3 xícaras de arroz;
  • 5 dentes de alho;
  • 1 cebola média;
  • 1kg de carne seca;
  • 100g de vagem;
  • 250g de cenoura;
  • 2 espigas de milho verde ou 1/2 lata de milho;
  • 10 azeitonas;
  • Cheiro verde.

Modo de Preparar

  1. Retire o sal da carne um dia antes de fazer a receita.
  2. Pique-a em tamanhos pequenos e frite-os até dourar. Junte a cebola e o alho.
  3. Depois que eles estiverem dourados, coloque o arroz, a vagem e a cenoura picados, o milho verde e refogue tudo.
  4. Coloque 6 xícaras de água e deixe cozinhar por aproximadamente 40 min.
  5. Deixe secar ainda por uns 10 min antes de servir, com o fogo desligado. Em seguida, salpique o cheiro verde e as azeitonas picadas.

Prontinho! Rende bastante, servindo entre 10 a 15 pessoas.

Vou deixar aqui embaixo a indicação de outro modo de preparo super recomendado e aprovado, ensinado pela Isamara:

O que servir com arroz carreteiro?

Por ser considerado um prato completo e já com muitos ingredientes, ele não exige tantos acompanhamentos. Mas é possível complementar o prato com carne suína como a bisteca ou pernil, tutu de feijão e uma salada de folhas.

O Arroz de Carreteiro e sua origem

Muitos chamam esse prato de arroz de carreteiro especialmente por conta de sua origem. Ele é considerado um prato típico de Minas Gerais, mas também é do Rio Grande do Sul!

Acontece que há alguns séculos atrás, tropeiros gaúchos com destino a Minas Gerais, costumavam facilitar o transporte e preparo de suas refeições levando uma panela só e ingredientes fáceis de armazenar, como arroz e carnes salgadas. Na hora de parar para a refeição, tudo era misturado.

Além disso, há relatos que eles levavam charque (a carne seca salgada) para ser vendida em território mineiro. O sucesso foi tamanho que esse tipo de preparo rapidamente se popularizou em Minas Gerais a tal ponto de ser considerado um prato típico mineiro.

Uma opção bastante especial para prepara no seu almoço de domingo em família ou em qualquer ocasião que quiser.

Fonte : receitamaneira.com.br

Croma Beer reforça expertise com cervejas barrel aged - 03/11/2023 - Copo Cheio

Os fãs (e são muitos) da Bourbon County, cerveja anual da Goose Island, podem encontrar uma outra morada bem agradável na Croma Beer, brewpub da Vila Madalena.

A cervejaria tem 20 estilos engatados e outras tantas opções na geladeira, em latas ou garrafas. Mas entre pilsens, sours, barley wines, IPAs e afins, o barrel aged está sempre bem representado.

Desde 2019, a cervejaria já criou 549 rótulos; e 59 deles foram barrel aged, mais de 10% dos lançamentos. “É uma vertente que a gente começou a apostar desde a criação [do bar] e deu muito certo”, conta Rodrigo Nogueira, proprietário da Croma.

Assim como a Goose Island lança uma vez a cada temporada a Bourbon County (cerveja envelhecida em barril de bourbon), a Croma começou a fazer o lançamento anual da Ynfynyty. A versão 2023 é a terceira edição da cerveja, com 12% de álcool.

Em comum ambas são imperial stouts envelhecidas em barris de bourbon. Mas a Croma fez uma single barrel (ou seja, usou um único barril) do bourbon Heaven Hill —a Bourbon County misturou barris de quatro destilarias diferentes, incluindo o Heaven Hill, para chegar ao resultado da BC 2022. “A Bourbon County da Goose é uma referência mundial do estilo e pra gente”, confessa Rodrigo, que esteve presente no lançamento mais recente da cerveja da Goose.

Para o proprietário e cervejeiro, a “Ynfynyty 2023 está com o corpo maior e a carbonatação um pouquinho menor. O barril de Heaven Hill trouxe notas de coco e de chocolate. Ficou um licorzinho”, conta, sobre a cerveja, que ficou maturando 18 meses no barril.

Lançada em edição limitada, em elegantes garrafas de 375 ml, a Ynfynyty 2023 já acabou. Mas a versão de 2022 acabou de ser engatada no brewpub, ladeado por cerca de 60 barris, nos quais envelhecem cervejas de diferentes estilos. E tem outras envelhecidas engarrafadas na geladeira, é só pedir.

Croma Beer – R. Harmonia, 472, Vila Madalena, região oeste, tel. 3032-2061, @cromabeer


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Fonte : folha.uol.com.br

sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Goiabada Caseira (em pedaços): Melhor Receita

Perfeita, deliciosa e super fácil de fazer! Vem ver como preparar a receita de goiabada caseira de pedaço para saborear muito!

Essa é uma receitinha super prática e fácil de fazer. Um doce tão amado para comer sempre que tiver vontade. Veja como é fácil de fazer a receita de goiabada de pedaço caseira:

Receita de Goiabada Caseira (em pedaço)

Ingredientes

  • 3 goiabas grandes vermelhas
  • 2 copos (americano) de açúcar cristal
  • 1 colher (sopa) de margarina
  • 2 colheres (sopa) de suco de limão
  • 2 copos (americanos) de água

Modo de Preparo

  1. Bata no liquidificador as goiabas (com a casca e a semente) junto com a água
  2. Coe esse suco e leve ao fogo baixo, mexendo sempre
  3. Acrescente a margarina, açúcar e o suco de limão até dar o ponto desejado
  4. Deixe esfriar e leve para a geladeira por 1 hora

Dica: Durante o preparo, você pode controlar o ponto que quer deixar a goiabada: mais pastosa ou mais firme.

Receita de Goiabada Caseira

Goiabada de pedaço caseira (3 ingredientes)

Vou deixar aqui embaixo uma outra opção pra você de uma receitinha de doce de goiaba caseiro ainda mais prática. Quem ensina é a Joi e você vai usar apenas 3 ingredientes:

Doce de goiaba caseiro e seus acompanhamentos

Tanto a goiabada cremosa quanto essa versão para corte pode ser consumida sem nenhum acompanhamento. Mas não dá pra negar que um deles vem na cabeça ao ver a foto dessa delícia: o queijo!

Essa combinação é sem dúvida uma sobremesa simples e deliciosa para degustar depois do almoço. Chamada com todo carinho de Romeu e Julieta, a goiabada com queijo é realmente incrível.

Outro acompanhamento bastante comum é o creme de leite. E você, como gosta de degustar esse doce delicioso? Conta aí pra gente nos comentários.

Fonte : receitamaneira.com.br

O fim da era Starbucks - 03/11/2023 - Cozinha Bruta

A Starbucks não vende café: vende cultura americana.

Assim, surpreende pouco a quebra dos operadores brasileiros da rede. Eles culparam a pandemia e o abstrato “custo Brasil”. Não lhes ocorreu a hipótese da própria incompetência, tampouco a perda de relevância da marca.

Temos uma cultura robusta de café (trocadilho intencional) há 200 anos. A Starbucks nos oferece café-com-leite, literal e figurado –algo fraco, sem competitividade.

A rede fundada em Seattle teve importância fundamental na pregação do evangelho cafeeiro. Mudou hábitos e ensinou rudimentos do café para milhões de pessoas em vários países, Brasil incluso.

Quando a Starbucks começou a se expandir, em 1987, o café que se tomava nos Estados Unidos passava o dia todo num bule de vidro aquecido. Coisa rala, clarinha, feita com grãos inferiores e torrados até virar carvão.

Esse ainda é o café padrão dos americanos, tão ruim que o servem de graça nas lanchonetes de beira de estrada. A Starbucks conquistou o consumidor urbano com grãos melhores e uma abordagem pretensamente cosmopolita.

Passei alguns meses na Califórnia em 1992. Naquela época, tanto lá quanto cá, a Itália invadia de forma inédita os supermercados: macarrão de trigo duro, tomate enlatado, vinagre balsâmico, azeites e conservas fascinavam consumidores acostumados com a porcaria local.

Era bacana se comportar como um italiano, do ponto de vista estritamente alimentar. Beber café é fundamental nessa rotina.

Em Berkeley, perto de São Francisco, havia (e ainda há) um lugar chamado Caffè Strada. O estafe de estudantes italianos servia aos gringos o trivial de seu país: expresso, cappuccino, caffè macchiato etc.

Já se notava um grau de miscigenação. O Strada vendia, por exemplo, um certo espresso doppio: expresso duplo, uma xícara de chá repleta de café forte, algo impensável na Itália.

Representante máximo da mesma tendência, a Starbucks mestiçou a cultura italiana do café com a obsessão dos americanos por bebidas doces em copos gigantescos de papel encerado.

Compre meio litro de frappuccino com avelã, baunilha, caramelo qualquer coisa que disfarce o gosto do café. Pegue esse balde de leite aromatizado e beba no carro, enquanto resolve pepinos do escritório no congestionamento. It’s the American way.

Quando a Starbucks chegou ao Brasil, em 2006, ninguém sabia de arábica, torra média, bourbon amarelo, microlote, hario ou prensa francesa. Predominava o expresso torrado e mal tirado.

Também aqui, a Starbucks subiu o sarrafo médio do café. E fez sucesso graças à jequice incurável do brasileiro, apaixonado por franquias americanas. Sucede que paixões são volúveis por natureza.

O café melhorou demais no Brasil, mas a Starbucks não acompanhou.

O que selou o declínio da operação brasileira, porém, foi a internet fácil em qualquer lugar. As lojas da Starbucks servem cultura americana e wi-fi, combo que perdeu o brilho e o borogodó.

Temos 4G e 5G. Temos pão de queijo mineiro e bolo de fubá. Temos cafezinho gostoso passado na hora. Não precisamos mais do café-com-leite da Starbucks.


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Fonte : folha.uol.com.br

Pão Caseiro Integral Fofinho (Melhor Receita)

Não é apenas o pessoal da dieta que vai adorar essa receita de pão integral caseiro, pois ele fica bem saboroso e fofinho.

Os pães feitos com farinha integral costumam ser mais saudáveis e mais recomendados para o consumo, seja no café da manhã ou como preferir.

E se você quer economizar nos pães integrais do supermercado, pode apostar nessa receitinha deliciosa que vamos deixar a seguir:

Receita de Pão Integral Caseiro

Ingredientes

  • 2 xícaras de farinha de trigo branca
  • 2 xícaras de farinha de trigo integral
  • 1 xícara de aveia
  • 2 ovos
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (sobremesa) rasa de sal
  • 1/2 xícara de óleo
  • 2 xícaras de leite morno
  • 1 envelope de fermento para pão (10 g)

Modo de Preparo

  1. Bater no liquidificador o leite, ovos, açúcar, sal, óleo e o fermento
  2. Despejar em um recipiente com as farinhas e a aveia, misturar bem
  3. Colocar em assadeira retangular ou forma própria para pão untada e enfarinhada
  4. Descansar por aproximadamente 1 hora, até dobrar de volume (ele fica bem grande)
  5. Assar em forno pré-aquecido por mais ou menos 30 minutos

Viu só! Bem fácil de fazer e fica delicioso! Vou deixar aqui embaixo outra sugestão de receitinha em vídeo:

Pão caseiro com farinha integral

Como você viu é super fácil de prepara um pão mais saudável, e o uso do liquidificador sem dúvidas facilita tudo.

A farinha branca não é recomendada pela maioria dos nutricionistas, que sugerem reduzir o consumo de pães caseiros e até mesmo o pão francês, substituindo por aqueles feitos com farinha integral.

A receitinha acima é uma ótima opção para preparar pães deliciosos e consumir como quiser: com requeijão light, queijo fresco, etc…

Receita de Pão Integral caseiro

Faça aí na sua casa, tenho certeza de que vai ser um sucesso e todos vão adorar!

Fonte : receitamaneira.com.br

Tacacá atinge pico de buscas no Google; veja receita - 03/11/2023 - Comida

“Eu vou tomar um tacacá”. Se você usa as redes sociais todos os dias, talvez tenha visto um vídeo aleatório sendo embalado por esse refrão da música “Voando Pro Pará” da cantora Joelma.

Dados do Google Trends mostram que, por conta do meme, o prato paraense atingiu em outubro um pico de interesse de buscas desde 2004, ano do começo da série histórica da plataforma.

A canção foi lançada em 2016, mas viralizou apenas agora. No Spotify, são 7,13 milhões de reproduções sendo a música mais popular da Joelma por lá. No TikTok, as hashtags #tacacá, #voutomarumtacaca e #tacacajoelma somam 26,2 milhões de visualizações.

De acordo com o TikTok, canções de diferentes épocas e estilos estão ganhando uma nova relevância e conquistando uma audiência mais ampla por conta do sucesso no aplicativo. Além de “Voando Pro Pará”, outra canção que se tornou tendência foi a música “Vai, Vai Muuuu“, de Rick e Renner, de 2007.

Irís Leite, proprietária do restaurante Quintal Paraense, situado na zona norte de São Paulo, afirma que recebe clientes curiosos que desejam experimentar o prato mais solicitado do cardápio, e muitos deles chegam cantando a música.

Para além do meme, o que é um tacacá?

É um prato típico do Pará e da culinária amazônica, apreciado também em outros estados como Roraima e Manaus. É considerado uma bebida quente, uma espécie de sopa, para ser consumida mesmo nos dias de muito calor e sem o uso de talheres.

“[O prato] vem com camarão seco por dentro, jambu cozido, pimenta e goma de mandioca. Vem tudo em uma cuia. A gente toma ali no final da tarde ou no início da noite e é uma refeição completa”, diz o apresentador e chef paraense Thiago Castanho.

Historicamente, o tacacá era vendido pelas tacacazeiras, que têm um dia dedicado a elas, comemorado em 13 de setembro. Além disso, essas vendedoras são reconhecidas como patrimônio cultural da cidade de Belém.

Mas já não é algo feito só por elas, os saberes envolvidos no preparo do tacacá vêm sendo transmitidos entre gerações. Aldrin de Figueiredo, professor da UFPA (Universidade Federal do Pará) e diretor do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, diz que hoje a iguaria também é feita por homens.

Para os paraenses, o tacacá é símbolo de comida de rua e é encontrado em barracas, cada uma delas com seu próprio tempero. “Cada pessoa lá em Belém, por exemplo, seleciona sua barraca do coração”, diz Castanho.

Para Leite, o tacacá é como se fosse o cachorro-quente de São Paulo.

A forma como o prato é feito pode mudar de acordo com o lugar. Segundo Castanho, em Santarém (PA), o tacacá é feito com camarão da água doce, enquanto em Belém, o camarão é proveniente da água salgada. Além disso, há lugares que trocam o camarão por caranguejo.



Aqui [em São Paulo] há as barraquinhas de cachorro-quente, mas no Pará tem a de tacacá

O sabor também pode ser diferente a depender da região, especialmente por conta do tucupi, um dos ingredientes da receita. “O tacacá de Belém é um pouco mais azedo por conta da fermentação do tucupi, já na Amazônia, você vai encontrar um tucupi mais doce”, diz Figueiredo.

Uma das especificidades do prato é a sensação de amortecimento na boca. Isso acontece por conta do jambu que aliado ao sabor da pimenta traz um prato repleto de sensações.

Para Figueiredo, essas sensações proporcionam um calor refrescante, sendo algo citado até mesmo na literatura sobre o prato. “Ali, na rua, sob a sombra de uma árvore, acaba se tornando um campo de experiências sensoriais.”

Por esse motivo, Leite recomenda que ao tomar o tacacá pela primeira vez precisa ir de mente aberta. “Você vai amar ou vai odiar porque não tem meio-termo. É uma coisa diferente”.

Receita de tacacá

Porções: 10

Ingredientes

  • 500 g de camarão seco sem cabeça, com casca e com rabo

  • 500 g de goma de mandioca

Preparo

  • Deixe o camarão de molho em bastante água fria por quatro horas. Escorra

  • Cozinhe em uma panela com bastante água fervente por três minutos. Retire da água e reserve

  • Use a mesma água do camarão para escaldas as folhas de jambu por dois minutos. Retire as folhas da água quente e mergulhe em uma bacia com água e gelo. Escorra e reserve

  • Em uma tigela, misture a goma de mandioca com 300 ml de água fria

  • Aqueça 400 ml de água em uma panela até ferver. Aos poucos, junte a mistura de goma e água, mexendo sempre para não formar grumos. No início, você pode usar um batedor de arame, mas, depois que engrossar, é melhor usar uma colher de pau. Cozinhe por cinco minutos, até a mistura ficar transparente e bem espessa

  • Em outra panela, coloque o tucupi, a chicória-do-pará, o alho, o manjericão, a pimenta-de-cheiro e a cumari-do-pará. Tempere com sal a gosto e cozinhe por cinco minutos

  • Em uma cuia, coloque uma colherada da mistura de gome, e, em seguida, uma concha de tucupi. Disponha alguns camarões e um pouco de jambu por cima e sirva quente.

Receita do chef Thiago Castanho publicada no livro de sua autoria, “Cozinha de Origem – Pratos Brasileiros Tradicionais Revisitados” (Publifolha, 2014)

Joelma publicou um vídeo no TikTok ensinando a fazer um tacacá e escreveu que é feito do “jeitinho” que ela costuma preparar.



Fonte : folha.uol.com.br

quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Purê de Queijo com Batata (Fácil e Rápido)

Maravilhoso! Veja como fazer a receita de purê de queijo simples e fácil, um acompanhamento perfeito e muito rápido de preparar.

Já imaginou fazer um purê de batatas com muito queijo? Acredite, fica realmente uma delícia  e é uma opção de mistura rápida ótima para qualquer refeição.

Você vai se surpreender pois ele fica uma delícia! Confira a receita do purê de queijo com batata:

Receita de Purê de Queijo com Batata

Ingredientes

  • 500 g de queijo de coalho ralado
  • 1 litro de leite
  • ½ cebola ralada
  • 300 g de batatas cozidas e amassadas
  • 200 g de margarina

Modo de Preparo

  1. Em uma panela derreta a margarina e doure a cebola
  2. Bata no liquidificador todos os demais ingredientes até que se forme uma mistura bem homogênea e leve para a panela com a manteiga
  3. Em fogo baixo vá mexendo até começar a borbulhar

Viu como é fácil? Vou deixar aqui embaixo uma outra versão ensinada em vídeo:

Purê de batata com queijo

O purê tradicional já é um acompanhamento que ninguém resiste. Em muitas regiões ele inclusive é parte importante do cachorro quente!

Mas no almoço, junto com um arroz e feijão bem feitos, ele fica perfeito. Essa versão com muçarela deixa o preparo ainda mais saboroso, você vai ver.

O que servir com purê de queijo?

Algumas sugestões para acompanhar:

Essas são algumas sugestões que acompanham perfeitamente esse tipo de preparo.

A versão mais popular do prato usa a batata como base, mas é possível inovar e utilizar outros vegetais. Alguns exemplos de variações do prato incluem o purê de abóbora, purê de cenoura, purê de mandioquinha, etc.

Esse tipo de preparo é bem rápido de preparar, o que o torna uma excelente sugestão para quem tem pouco tempo para preparar o almoço. Vale destacar a economia do preparo.

Espero que você tenha gostado de aprender mais essa delícia com a gente. Comenta aqui embaixo o que você achou.

Fonte : receitamaneira.com.br

 

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