segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Moça Gelada na Travessa: Sobremesa Perfeita

Que delícia! Vem ver como fazer a receita de Moça Gelada na Travessa: uma sobremesa deliciosa e super refrescante.

Essa é o tipo de sobremesa fácil de fazer e que rende muito, sendo perfeita para fazer em ocasiões como o almoço de domingo em família e até mesmo no Natal.

Vale destacar que a aparência desse doce fica incrível, deixando qualquer um com água na boca. Veja como fazer a sobremesa Moça Gelada:

Receita de Moça Gelada na Travessa

Ingredientes

  • 1 caixa de leite condensado (395g)
  • 1 caixinha de creme de leite (200g)
  • 1/2 xícara de leite em pó
  • 200g de chantilly líquido bem gelado
  • 1 pacotinho de granulado de chocolate (140g)
  • 1 barra de chocolate ao leite (90g)

Modo de Preparar

  1. Em uma panela, coloque o leite condensado e o creme de leite, leve ao fogo baixo e mexa até ferver e engrossar. Desligue o fogo, adicione o leite em pó e misture bem. Deixe esfriar.
  2. Em uma batedeira, coloque o e chantilly líquido gelado e bata bem até dobrar de volume e ficar em ponto de chantilly.
  3. Adicione o brigadeiro de leite ninho (já frio) na batedeira junto do chantilly e bata até misturar bem, por último adicione o granulado de chocolate e misture.
  4. Coloque o creme em um recipiente de vidro, e decore com a barra de chocolate (pode ser picada, ralada ou em quadradinhos), cubra com plástico filme ou coloque uma tampa.
  5. Leve à geladeira por 4 horas e sirva.

Serve 12 a 15 porções.

Uma deliciosa sobremesa super prática e fácil de fazer. Vou deixar aqui embaixo uma outra opção de preparo, ensinada em vídeo pela Isamara (a fotinha lá em cima é dela também):

Sobremesa Gelada Fácil e Deliciosa

Não dá pra negar que sobremesas geladas e saborosas são a melhor pedida especialmente para os dias mais quentes. Delicias como o pavê ou sorvete caseiro são ótimas opções e agora você tem mais essa opção: a sobremesa Moça Gelada para fazer na travessa.

Uma opção perfeita de sobremesa de Natal, o que acha?

Acredite: se você fizer uma vez, vai querer repetir outras vezes mesmo porque todos vão pedir para você fazer. Faça aí na sua casa e comprove (e prepare-se para os elogios).

Fonte : receitamaneira.com.br

Dona Carmem Virgínia ajuda a projetar cozinha de terreiro - 06/11/2023 - Comida

Os olhos de quem entra no restaurante Altar, aberto em maio deste ano na Vila Madalena, em São Paulo, logo se enchem de cor. Ali, prateleiras e nichos fazem homenagem ao candomblé ora em representações sincréticas, como a de Cosme e Damião, ora com figuras negras que retratam divindades como Xangô e Iemanjá.

Antes da chef da casa, Dona Carmem Virgínia, 47, abrir seu primeiro endereço em 2014, em Recife, pouco se sabia da cozinha de terreiro no circuito gastronômico do país. Saída do bairro de Santo Amaro, na capital pernambucana, ela conquistou o Brasil com sua comida de axé.

“Refiz minha trajetória. Hoje sou uma mulher próspera, que pode ganhar dinheiro e enriquecer a mim e aos meus servindo”, afirma a cozinheira, que, no endereço de São Paulo, tem sociedade com a cantora Luísa Sonza e a empresária Fátima Pissara.

Assim como em Recife, a filial paulistana se apresenta como um espaço de devoção, mas também exibe em suas paredes elementos da cultura popular pernambucana, como o maracatu e o frevo.

Não à toa, Dona Carmem, além de ser cozinheira formada pelo Senac, é também iabassê —como se chama a responsável pela cozinha nos rituais do candomblé.

Também esteve à frente do programa Uma Senhora Panela, série de dez episódios na GNT em que recebeu nomes como Criolo, Luísa Sonza e Lia de Itamaracá para um bate-papo enquanto preparava suas receitas. Uma segunda temporada da produção deve ser exibida em 2024.

Enquanto crescia, Dona Carmem teve como referência sua avó Edna Amara Mota dos Santos, que criou 9 filhos e 14 netos e era conhecida pela perseverância na comunidade em que moravam.

“Ela quis que eu me chamasse Carmem Virgínia porque queria que a neta tivesse o nome de uma pessoa predestinada”, diz a chef, que herdou o nome de uma líder religiosa conhecida da família, Carmem, e da entidade que ela encarnava, Virgínia.

Dona Edna era uma mulher branca que perdeu seu marido, um homem negro, muito cedo. Ela, então, assumiu os cuidados da casa e dos filhos.

“Quando falo sobre a forma como eu fui criada, das palavras que minha avó dizia, automaticamente as pessoas imaginam que era uma senhora preta”, diz.

A avó, que morreu há quatro anos, é sempre lembrada como uma referência na vida de Dona Carmem. No restaurante, na entrada da cozinha, uma homenagem se faz à Edna com uma foto das duas acompanhada da receita de galinha de cabidela da matriarca —que tem uma versão adaptada no Altar.

A chef lembra com orgulho e sorriso no rosto de sua infância. Isso porque, na escola, além de ser uma aluna admirada pelos professores, ainda escrevia cartinhas de amor para as colegas enviarem aos pretendentes com sua caligrafia impecável. O pequeno negócio até te rendia uma graninha.

“Era uma daquelas pessoas que escrevia tudo o que via. Tinha muitos cadernos, papéis de carta”, diz Dona Carmem. Por isso, a chef até cogitou ser jornalista. Mas no meio do caminho, o candomblé apontava um outro rumo para ela: o da cozinha.

Frequentadora de um terreiro desde criança, com o tempo, ela foi subindo na hierarquia religiosa. Aos 23 anos, quando se tornou iabassê, Dona Carmem recebeu o primeiro reconhecimento de suas habilidades.”

Todo mundo ficava impressionado dentro do terreiro. Aí, começaram a dizer ‘por que você não abre um restaurante? Vende essa comida maravilhosa!’”, diz a chef que é filha de Xangô, orixá que representa a justiça na religião.

Logo, o sucesso de sua comida ultrapassou os limites daquele espaço religioso e as pessoas passaram a procurá-la. Dona Carmem, que já havia trabalhado vendendo planos de saúde e acarajé de porta em porta, resolveu se profissionalizar e cursar gastronomia no Senac de Recife.

Sem abandonar suas raízes, a chef foi responsável por implementar estudos sobre a cozinha de orixás na grade de cozinha brasileira de seu curso. “Só com uma educação cultural afro-brasileira vamos derrubar o racismo e a intolerância religiosa”, afirma.

Precursora no tema, ela encontrou obstáculos em seu caminho. “Colecionei alguns desafetos, deixei de ser convidada para eventos porque sempre fiz recorte racial e sempre vou fazer”, diz Carmem.

A cozinheira, então, ergueu seu restaurante em 2014 com R$ 15 mil e muita ajuda de amigos e incentivadores —entre eles, fornecedores que vendiam a prazo ingredientes como feijão-verde. “Eu estava deixando um casamento de 18 anos muito machucada, com muitas marcas”, afirma.

Durante a pandemia, a chef se aventurou nas redes sociais para ensinar pratos saudáveis e simples para o seu público. A mídia espontânea foi a responsável por levantar fundos e impedir a falência do Altar Cozinha Ancestral, mais um prejudicado com as restrições impostas pela Covid-19.

Recuperado o susto, ela também se valeu das relações de proximidade para dar um próximo passo: abrir a segunda unidade de seu restaurante na capital paulista e criar um novo vínculo com a cidade.

“Sinto que botaram em São Paulo um estigma de que aqui as pessoas são frias. Não é nada disso. Aqui as pessoas têm o coração grande e abriram os braços para mim”, diz ela. Hoje, ela serve, entre as receitas, muitas que fazem referência a oferendas de orixás do candomblé.

Uma delas é o eparrei, saudação para Iansã que dá nome a uma das entradas com cinco acarajés, vatapá, camarões e molho lambão (R$ 55). Os bolinhos de feijão-fradinho fritos em azeite de dendê são também associados à divindade dos ventos, raios e tempestades.

Outra opção para beliscar é Ogunhê, um quarteto de bolinhos de feijoada com aïoli de bacon e vinagrete de laranja com couve (R$ 48). A feijoada é comumente associada ao orixá guerreiro Ogum, relacionado a metais e à tecnologia.

Mas Dona Carmem tem ainda muitos planos. O principal deles é abrir uma portinha onde possa vender só acarajés ao lado do marido, Vevé. “É o amor da minha vida, um amigo de uma vida toda.”


Altar Cozinha Ancestral

R. Medeiros de Albuquerque, 270, Vila Madalena, região oeste, São Paulo @restaurantealtarsp

R. Frei Cassimiro, 449, Santo Amaro, região central de Recife, Pernambuco @altarcozinhaancestral



Fonte : folha.uol.com.br

Massa de Pizza de Liquidificador (Fácil e Rápida)

É isso mesmo! Você vai aprender como fazer uma receita de massa de pizza caseira simples e fácil no liquidificador.

O sabor fica realmente incrível e dá super certo. Perfeita para preparar sua pizza caseira como quiser, com uma massa preparada por você mesma ao invés daquela comprada no supermercado.

Veja como é bem fácil de preparar:

Receita de Massa de Pizza Simples

Ingredientes

  • 1 xícara de leite
  • 1 ovo
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de Preparo

  1. Bata todos os ingredientes no liquidificador até borbulhar. Despeje a massa numa assadeira para pizza untada
  2. Asse em forno médio pré-aquecido por aproximadamente 20 minutos
  3. Retire do forno e coloque a cobertura de sua preferência e leve novamente para o forno e deixe por mais 30 minutos

Só isso! Você vai ver que a massa fica perfeita para montar sua pizza. O sabor dela é incrível e ela fica bem crocante.

Vou deixar aqui embaixo um outro jeitinho de preparar:

Pizza feita com massa caseira!

É realmente bem fácil montar uma pizza deliciosa em casa, basta começar comprando os ingredientes e a massa no supermercado. A maioria delas são ótimas, é verdade.

Mas a ideia aqui é variar um pouco de preparar uma massa com um sabor mais caseiro. Sim, faz muita diferença e você pode comprovar ao preparar essa delícia.

Quanto ao recheio, fica a seu critério escolher como montar. Por aqui não pode faltar muçarela, tomate, bacon e algum ingrediente “especial” como uma carne, frango desfiado ou mesmo o brócolis. Dá pra usar a criatividade e inovar bastante.

Bom, espero que você tenha gostado de aprender mais essa gostosura. Comenta aqui embaixo o que você achou.

Fonte : receitamaneira.com.br

SP recebe Burger Fest, Food Film Fest e Sparkling Festival - 06/11/2023 - Restaurantes

A capital paulista tem uma programação cultural agitada no mês de novembro, com shows internacionais, feiras, mostras e exposições. O mesmo acontece no setor gastronômico, repleto de eventos para quem gosta de comer.

Entre eles, estão uma mostra de cinema com filmes sobre gastronomia, seguida com degustações grátis, um festival dedicado aos hambúrgueres e uma feira de espumantes. Conheça opções a seguir.

2º SP Food Film Fest

Dos dias 9 a 19 de novembro, a mostra de cinema exibe cerca de 30 produções ligadas à alimentação de graça. Na seleção estão filmes como “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”, de Pedro Almodóvar, e “Os Catadores e Eu”, de Agnès Varda, e a estreia do documentário “Blind Ambition”, sobre refugiados que se tornam sommeliers. Parte das sessões são seguidas por degustações grátis de pratos relacionadas ao título: quem assistir à animação “A Dama e o Vagabundo” poderá comer um prato de macarronada, como o que aparece na história.

Cinemateca Brasileira – lgo. Senador Raul Cardoso, 207, Vila Mariana, região sul, spfoodfilmfest.art.br. De a 9 a 19/11. Grátis


Burger Fest

Durante todo o mês de novembro, o festival dedicado aos hambúrgueres reúne restaurantes que criam receitas exclusivas para o evento. Entre elas, a Z Deli, eleita a melhor hamburgueria de São Paulo em especial da Folha, preparou uma sugestão que leva burger, queijo prato, cogumelo porto belo e maionese com funghi e trufas no pão brioche (R$ 54). Já o Holy Burger serve um lanche com 180 g de carne, maionese de gergelim torrado, alface romana, jeyuk bokkeum (panceta de porco apimentada) e kimchi de nirá no brioche (R$ 72 com batatas fritas).

Endereços em burgerfest.com.br. Até 30/11


Cais

O restaurante de peixes e frutos do mar celebra quatro anos em jantares harmonizados com vinhos, nas noites dos dias 8 e 9, em parceria com a importadora Uva Vinhos. A casa, em um sobrado na Vila Madalena, tem no comando os chefs Adriano de Laurentiis e Guilherme Giraldi. O menu especial para a data tem sete tempos e estreia alguns pratos, a exemplo do camarão rosa à provençal e da cavaca na brasa com molho bernaise,, harmonizados com champanhe Rosé de Saignée Sève Brut Nature 2015.

R. Fidalga, 314, Vila Madalena, região oeste, @restaurantecais. Qua. (8) e qui. (9), a partir das 19h. R$ 975 por pessoa. Reservas pelo WhatsApp (11) 3819-6282


Semana Internacional do Jerez

Comemorada mundialmente, a data reúne bares que preparam drinques nos quais a estrela é o jerez, vinho fortificado típico da região sul da Espanha. O evento, que chega à décima edição, ocorre desta segunda (6) até domingo (12). Para celebrar, endereços promovem também encontros entre bartenders. O restaurante Imakay, por exemplo, vai dividir o balcão do bar com Alisson Oliveira (Caledônia, eleito melhor bar da cidade pela Folha) e Alê Salerno (Boca de Ouro) na segunda, 6, a partir das 19h.

Vários endereços. De 6 a 12/11


Sparkling Festival

Os espumantes e vinhos de verão são a estrela do evento, que ocorre nos dias 11 e 12 no parque Burle Marx. Cerca de 200 rótulos podem ser degustados pelo público. Na lista de participantes estão vinícolas como Zanotto, Audace, Ponto Nero e Tenuta. Há ainda barracas de comidas e feira de produtos artesanais. Os ingressos dão direito a uma sessão de degustação com duração de três horas de duração e brindes.

Parque Burle Marx – av. Dona Helena Pereira de Moraes, 200, Vila Andrade, região sul. Sáb. (11) e dom. (12), das 11h30 às 18h30. De R$ 99 a R$ 150, em ingresse.com





Fonte : folha.uol.com.br

domingo, 5 de novembro de 2023

CURSOS DE CULINÁRIA: Como escolher o melhor

Antes de considerar começar um curso de culinária, existem alguns pontos que devem ser considerados. Aliás, qualquer oferta formativa carece de análise prévia, para garantir uma nota final de excelência.

Antes de mergulhar no mundo da culinária, é essencial ponderar quanto cobrar para fazer um TCC. Efetivamente, qualquer empreendimento educativo requer uma análise minuciosa, a chave para alcançar a excelência na avaliação final. Ainda que estejamos a considerar a compra de uma monografia ou de um TCC, é imperativo que não deixemos de refletir sobre o valor que atribuímos a nossa competência e tempo.

É, mais ou menos expectável, que o hábito de cozinhar seja uma necessidade básica para a maioria das pessoas. No entanto, algumas pessoas procuram, mais do que um hábito, uma arte culinária, o saber fazer na cozinha e práticas secretas que transformam os alimentos.

Poderá não haver receita certa para o amor, mas uma receita perfeita para a maçã do amor existe e pode deixar um cheirinho de magia na sua cozinha, com segredos da querida avó.

A área de atuação

Este será, talvez, o primeiro ponto a considerar, quando se pensa em fazer um curso de culinária. A pergunta é simples: «em que área gastronómica quero me especializar?», já a resposta pode não ser tão simples assim.

Entre aprender a fazer bolos ou como preparar um bolinho de macaxeira, pode implicar cursos de culinária totalmente diferentes.

Pode escolher entre um curso super especializado, que ensina a produção artesanal de pão, por exemplo, ou considerar um curso de culinária mais abrangente, que passe por petiscos, sopas, carne, peixe e sobremesa.

Da mesma forma, pode querer um curso que permita crescer na gastronomia, com técnicas e receitas, dignas de um verdadeiro chef de cozinha. Ou escolher um curso mais simples, para algumas dicas de cozinha do dia a dia.

Como vê, a área de atuação do curso é super importante e deve ser a primeira questão a se fazer.

Receitas de bolos no pote para fazer e vender

Estudar, sempre

Se pretende se especializar como chef de cozinha ou chef pasteleiro, é preciso ter aptidão para um estudo em permanência. Tal como em outras áreas, a gastronomia evolui, a cozinha se transforma, as técnicas culinárias mudam.

Um bom profissional deve estar atento a todas estas tendências e não pode ficar para trás. Claro que cada prato ou receita terá uma assinatura própria, mas a capacidade de aprender novas técnicas e de seguir estudando sobre as novidades culinárias, vai permitir cruzar o saber com o fazer.

Claro que esse estudo deve ser encarado com ligeireza, sem o estresse que estudar e trabalhar pode ocasionar. É perfeitamente possível conciliar os diferentes papéis, mesmo quando já trabalha na área e quer continuar se especializando.

Por onde começar?

As regras básicas da cozinha devem ser o primeiro manual de instruções. Existem uma série de regras a serem seguidas em uma cozinha, como limpar a estação de cozinha, provar antes de servir, seguir a receita, rotular os ingredientes, manter a estação organizada.

Enfim, um conjunto de boas práticas que qualquer futuro cozinheiro ou chef de cozinha deve saber.

Ainda antes de aprender o que quer que seja é necessário ter um ponto em mente: manter a cozinha limpa e organizada. Não vale dizer que funciona no caos e que a desorganização o faz trabalhar mais rápido. Uma cozinha pouco asseada é o princípio do fim. Mais ainda quando está cozinhando para outras pessoas.

Um bom curso de culinária passará pelas técnicas de preparo e pela apresentação do prato, um conteúdo de início e outro de final, ambos importantes para um prato perfeito.

Dicas para medir os ingredientes das receitas

Da teoria à prática

Agora que está com algumas noções do quão envolvente e exigente pode ser um curso de culinária, dos pontos a considerar, do estudo e do trabalho, das regras básicas e do prato perfeito, passamos para a escolha do curso, em função da área de atuação pretendida.

  1. Pesquisar cursos de culinária na área de interesse;
  2. Conhecer o plano de estudo, os professores, os conteúdos;
  3. Saber o preço da oferta formativa
  4. Conhecer os prazos de candidatura, se aplicável
  5. Submeter a candidatura ou se inscrever no curso
  6. Começar o curso

Em seis etapas, você está pronto para iniciar um ponto de viragem, com um curso de culinária na sua área de interesse e com a possibilidade de conseguir um emprego fácil. As profissões associadas à gastronomia tem uma alta taxa de empregabilidade e são muitos os casos de sucesso na gastronomia.

Iniciante ou profissional

No momento de escolher um curso, seu conhecimento na cozinha deve ser levado em consideração. Não pode logo ir escolhendo um curso de chef de cozinha, quando não sabe o básico ainda.

Existem cursos para iniciantes, cursos de iniciação na cozinha ou cursos intensivos para profissionais. O ótimo de um curso de cozinha é a variedade e a quantidade de diferentes cursos e opções que o formando tem à sua disposição. De um curso online e um curso presencial, de uma iniciação básica grátis e um curso de chef, do sushi ao pão, do peixe ao chocolate.

São quase tantas as possibilidades como os ingredientes. O importante aqui é achar a receita perfeita.

Fonte : receitamaneira.com.br

Mudança climática altera produção de vinhos na Argentina - 05/11/2023 - Ambiente

Em frente a uma fileira sem fim de oliveiras, Gabriel Guardia, 50, lembra a imagem dos campos cobertos de neve. “Quando eu era menino, era impossível plantar em algumas áreas”, conta o enólogo, que hoje trocou o cobertor que usava naquela época pelo ar-condicionado na hora de dormir.

Gabriel cresceu em Mendoza, capital do vinho e do azeite argentinos, que, assim como ele, tem sentido as mudanças climáticas na pele. Situada sobre um deserto aos pés da Cordilheira dos Andes, a cidade já convive há tantos anos com a falta de água que nem chama mais sua situação de seca.

“Entendemos que estamos numa condição de estresse hídrico, porque já são 12 anos assim”, diz Sebastián Melchor, coordenador da Agência de Mudança Climática da província. A alta das temperaturas tem reduzido a neve que deveria cair no alto das montanhas no inverno e derreter na primavera e no verão.

A região depende desse degelo para encher os rios, inundar os reservatórios, abastecer a população e irrigar as plantações, também castigadas por eventos extremos cada vez mais longos, intensos ou frequentes. Por isso, algumas das melhores vinícolas e olivícolas do mundo têm precisado se adaptar.

Passaram a adiantar colheitas, plantar em áreas cada vez mais altas em busca de climas mais frescos e diversificar os tipos de uva para preservar a qualidade das bebidas. Ampliaram ainda o sistema de irrigação por gotejadores e a impermeabilização de canais a fim de evitar a perda de água —afinal, cada taça de vinho consome 120 litros do recurso.

“Toda a fenologia [o ciclo da planta] se adiantou em 15 dias, eu diria, nos últimos 30 anos. Eu terminava de colher em maio, agora em 15 de abril já acabou”, afirma Alejandro Vigil, enólogo-celebridade da Catena Zapata, eleita a melhor vinícola do mundo em julho e repleta de brasileiros nas visitas agendadas.

Sua imponente sede em forma de pirâmide maia está localizada em Luján de Cuyo, região mendocina que fica a 950 metros acima do nível do mar. Mas os melhores vinhos não saem dali e, sim, de uma área 70 km ao sul e a 1.500 metros de altura, onde a vista da cordilheira fica cada vez mais próxima. É o Vale do Uco.

“No início da década de 1990, me disseram: tem um louco que vai plantar lá em cima, a uva não vai amadurecer. Hoje são mais de 3.000 hectares cultivados ali, 80% da produção”, estima Vigil, ponderando que a produção argentina ainda não sofre tanto quanto a europeia, com verões infernais, incêndios florestais e enchentes bíblicas.

“A temperatura nessa área antigamente era superextrema, muito fria, agora não é tanto”, diz o também enólogo Gonzalo Carrasco na centenária Rutini, uma das primeiras a plantar no local. Ele conta que a mudança de altura também atendeu a uma demanda recente do mercado por vinhos mais frescos e ácidos, não tão fortes.

Com a redução da neve, a região, porém, está chegando ao seu limite. A vinícola teve que aprofundar seus três poços nos últimos anos em busca de água. Para isso, é preciso passar por um rígido controle do governo provincial, que também é quem concede e cobra o “direito de rega” aos produtores de acordo com o tamanho das plantações.

Gabriel, gerente da olivícola Laur do início deste texto, saca o celular do bolso e mostra a mensagem que recebe semanalmente no WhatsApp. “Comprovante de turno: de segunda às 10h30 até quinta às 7h30”. Como é terça-feira, a água está correndo pelas valas abertas que vêm pela rua, beirando a calçada, até entrar nas oliveiras.

Mendoza tem um longo sistema de canais que se espalham por toda a cidade, técnica pré-hispânica. Sempre que o prazo determinado para cada propriedade acaba, é preciso ir até a entrada da propriedade e fechar uma comporta manual, para que a água continue descendo pela vala comum até a próxima fazenda.

Nesse caminho, porém, muita água se perde absorvida pela terra, por isso o governo e as vinícolas têm priorizado a impermeabilização desses canais com concreto. “Outra mudança é a irrigação por gotejamento, muito mais eficiente”, diz Sebastián Zuccardi, enólogo da famosa vinícola que leva seu sobrenome.

Antes se usava a rega por superfície, ou seja,o solo todo era coberto com a água, que se infiltrava. Agora, os novos campos têm mangueiras automatizadas que pingam constantemente sobre as raízes das videiras. “Isso não necessariamente economiza água, mas a usa de forma mais racional”, lembra Vigil, da Catena Zapata.

Outro grande desafio tem sido as geadas mais frequentes e fora de época, que podem chegar a 7°C negativos. Quando consegue prever esses eventos, a maioria das vinícolas ainda faz fileiras enormes de fogueiras em volta das parreiras para evitar que as uvas ou brotos congelem, o que pode ser muito poluente.

A vinícola Bodeguer encontrou uma alternativa usando a técnica dos iglus. Colocam uma malha sobre a planta, feita de material de colete balístico, e gotejam água sobre ela. “Quando essa água congela, faz uma camada que preserva o calor das videiras”, explica Milagros Vargas, responsável pelo turismo, ponderando que o sistema é muito caro.

“Estamos voltando aos nossos antepassados”, diz Veronica Riccitelli, sócia da marca homônima, mais jovem e artesanal, que também tem buscado adaptações. “Aqui nós deixamos de ver a vinícola como monocultura e passamos a vê-la como biodiversidade, plantando outras coisas junto e descobrindo quais uvas se dão melhor em cada lugar. Se não entendermos a natureza como um todo, a coisa vai complicar.”

Nos últimos meses, com o início do fenômeno El Niño, a natureza deu uma trégua a Mendoza, aumentando um pouco a neve nas cordilheiras e garantindo a água do próximo verão. Mas ainda não é suficiente para recuperar todos anos de estresse hídrico, afirma Melchor, responsável do governo. “Temos que trabalhar sabendo que a seca e os eventos extremos agora serão uma constante.”



Fonte : folha.uol.com.br

GELATINA COLORIDA FÁCIL (com Creme de Leite)

Sabe aquela gelatina colorida com creme de leite, com gelatinas picadas de várias cores e sabores? Você vai aprender a fazer agora!

Uma sobremesa fácil de fazer, linda e deliciosa! Esse é aquele doce que chama a atenção pela sua aparência linda e as crianças adoram (claro que os adultos também)!

Receitinha perfeita para fazer em diversas ocasiões, do almoço de domingo em família até mesmo no Natal! Veja como fazer a receita de gelatina colorida com creme de leite e leite condensado!

Receita de Gelatina colorida

Ingredientes

  • 3 gelatinas de cores diferentes
  • 1 gelatina incolor
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite sem soro

Modo de Preparo

  1. Preparar as gelatinas e colocar na geladeira.
  2. Quando estiverem prontas, corte-as em quadradinhos e coloque-as na travessa, reserve.
  3. Bata o creme de leite e o leite condensado no liquidificador.
  4. Coloque a gelatina incolor em uma vasilha pequena, adicione 4 colheres (sopa) de água fria, misture e leve ao micro-ondas por 30 segundos.
  5. Se preferir, leve ao fogo sempre mexendo, com a vasilha inclinada para não pegar no fundo.
  6. Atenção, logo após retirar a gelatina incolor do micro-ondas, coloque no liquidificador com o creme de leite e o leite condensado e bata bem.
  7. Despeje a mistura nos quadradinhos de gelatina reservados.
  8. Leve à geladeira por aproximadamente 1 hora.

Prontinho! Rende mais ou menos 15 porções! Vou deixar aqui embaixo outra maneira de preparar essa delícia, ensinada pela Letícia:

Sobremesa colorida de gelatina picada

Que a gelatina é um dos doces mais simples e fáceis de fazer, isso não é novidade. Mas como você viu, dá pra inovar e fazer preparos diferentes e deliciosos, como a sobremesa fácil que mostramos aqui e também a gelatina rosa, batida no liquidificador (sim, temos a receitinha aqui no site também)!

Receita de gelatina colorida

Essa é uma sobremesa linda e que chama a atenção de todos. É aquele tipo que vai chamar até mais atenção do que um pavê ou um pudim na mesa. E claro que o sabor é incrível, especialmente se for servida geladinha.

Faça aí na sua casa, tenho certeza de que vai ser o maior sucesso!

Fonte : receitamaneira.com.br

 

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